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Comunicação Empática e Criativa

  • Foto do escritor: Alice de Holanda
    Alice de Holanda
  • 4 de mar. de 2022
  • 3 min de leitura

A importância da comunicação para a raça humana é indiscutível. Somos seres relacionais e, como espécie, sobrevivemos pela nossa capacidade de contar histórias. Você já fez uma autorreflexão sobre a sua forma de se comunicar com você mesma e com o mundo externo?


Os cenários de dificuldades são os mais variados: timidez, insegurança, falta de habilidade em lidar com o desconhecido ou ainda o “pecar pelo excesso” - aquela pessoa que fala muito, mas não esclarece o ponto onde quer chegar.


Ao observar isso e notar nas habilidades comunicativas que desenvolvi no Teatro, uma alternativa para ajudar outras pessoas no campo relacional, decidi criar algo que pudesse contribuir para esse desenvolvimento. Assim nasceu o CEC, curso de Comunicação Empática e Criativa. O curso online foi criado para ajudar as pessoas a vender ideias e serviços, e acabou gerando ganhos secundários incríveis.


No cenário de Fernanda Silva, de 26 anos, participante da 1ª turma de CEC em 2018, o curso foi um divisor de águas. Ela estudava arquitetura na época do curso e se descreve como uma pessoa muito tímida. Algumas vezes, experimentando tanto nervosismo para falar com as pessoas, que sentia seu rosto formigar.


"Eu nem conversava com as pessoas. Precisei fazer terapia por não conseguir conversar. E esse meu bloqueio para me comunicar estava em qualquer situação: na faculdade, com amigos, com a família ou nos estágios. Eu não atendia telefone. Meu celular só atendia se fosse um número conhecido. A Alice, com a CEC, apareceu na hora certa. Acompanhava o canal da irmã dela e ela aparecia lá como um verdadeiro “canivete suíço”. Fui atrás, fiz o CEC e evoluí demais. Agora consigo falar em público, para apresentar um trabalho para cliente, sem sentir um formigamento no rosto. Foi algo que tirei do curso. Não tem como sair de lá sem trabalhar o comportamento pessoal, o seu lado interno."



O cenário da arquiteta Dayse Domingos, 39 anos, que também fez parte da 1ª turma, era bem diferente do vivido por Fernanda. Dayse é mais solta, brinca com as pessoas, e as


cativa por ser uma pessoa falante. Mas ela mesmo identificou o que estava faltando para ficar melhor.


"Sempre trabalhei com relacionamento com cliente e a comunicação é um fator decisivo quando se faz esse atendimento. Eu pecava pelo excesso. Sou muito acelerada e até hoje trabalho isso em mim. E me chamou a atenção o curso da Alice pela forma como ela o apresentou, como mostrou o material, comentando sobre a participação de uma psicóloga. Eu precisava de um filtro, e me identifiquei logo na apresentação da Alice. Cheguei esperando melhorar minha comunicação com as pessoas em geral, e isso melhorou porque mudou demais a comunicação comigo mesma. O curso trouxe umas reflexões, as futucadas, que foram um verdadeiro soco no estômago. Mexeu muito no meu interno, no emocional."


É uma alegria constatar que, tanto para Fernanda quanto para Dayse, o autoconhecimento é um grande aliado para melhorar a forma de se expressar. Para entender a pessoa que vai receber a sua mensagem, você vai precisar também se entender. O que você quer transmitir, e por que as pessoas devem prestar atenção em você, são partes do desafio da comunicação mais efetiva. E isso você também pode fazer, assim como essas mulheres incríveis que estão tendo coragem de aceitar o Futuque Criativo em suas vidas, para melhorar a sua abordagem na forma de se relacionar. Venha fazer parte da nova turma do CEC, as matrículas estão abertas!

 
 
 

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